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Esta não é a Ordem que quero!

Foi com tristeza que li os recentes comentários acerca de um artigo de opinião meu que saiu esta semana.

Nunca na nossa Ordem assistimos a este tipo de comportamentos, que passam por insultos, estímulos ao insulto e desinformação por parte de membros do Conselho Geral.

Temos uma Ordem que:

– Humilha e insulta outros órgãos quando discordam das suas posições

– Convida à humilhação e insulto contra esses órgãos

– Manipula e distorce factos e informações

– Veicula desinformação a propósito das opiniões e posições assumidas por outros órgãos

– Participa disciplinarmente de outros órgãos

– Divide gerações

– Assembleias Gerais marcadas por interrupções constantes por membros do Conselho Geral

– Procura condicionar a atividade de outros órgãos participando nas suas reuniões plenárias

– Procura impor a lei da rolha aos outros órgãos e aos seus membros, limitando a liberdade de expressão nas suas redes sociais

Esta não é a Ordem que quero!

Quem desejar ler o artigo em causa pode ler em https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cpas-ou-seguranca-social-um-debate-essencial-para-o-futuro-da-advocacia-em-portugal/

Esta não é a Ordem que quero!

Foi com tristeza que li os recentes comentários acerca de um artigo de opinião meu que saiu esta semana.

Nunca na nossa Ordem assistimos a este tipo de comportamentos, que passam por insultos, estímulos ao insulto e desinformação por parte de membros do Conselho Geral.

Temos uma Ordem que:

– Humilha e insulta outros órgãos quando discordam das suas posições

– Convida à humilhação e insulto contra esses órgãos

– Manipula e distorce factos e informações

– Veicula desinformação a propósito das opiniões e posições assumidas por outros órgãos

– Participa disciplinarmente de outros órgãos

– Divide gerações

– Assembleias Gerais marcadas por interrupções constantes por membros do Conselho Geral

– Procura condicionar a atividade de outros órgãos participando nas suas reuniões plenárias

– Procura impor a lei da rolha aos outros órgãos e aos seus membros, limitando a liberdade de expressão nas suas redes sociais

Esta não é a Ordem que quero!

Quem desejar ler o artigo em causa pode ler em https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cpas-ou-seguranca-social-um-debate-essencial-para-o-futuro-da-advocacia-em-portugal/

𝗗𝗲𝗹𝗲𝗴𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗮 𝗔𝗺𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮 𝗲 𝗦𝗶𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗱𝗲𝗯𝗮𝘁𝗲𝗿𝗮𝗺 𝗰𝗶𝗯𝗲𝗿𝗰𝗿𝗶𝗺𝗲 𝗲 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗹𝗶𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗮𝗿𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗶𝗮𝗹

A Advogada Valéria Cheque problematizou o futuro do Advogado perante o cibercrime e a inteligência artificial numa conferência presencial organizada pela Delegação de Sintra e a Delegação da Amadora.

Com a presença do Presidente do CRLisboa, João Massano e do Presidente do Conselho Superior, Paulo Sá e Cunha, a conferência decorreu no Palácio da Justiça de Sintra. Ana Domingos e Daniel Marques Rodrigues, Presidentes das Delegações da Amadora e de Sintra encerraram a conferência.

#inteligênciartificial, #cibercrime, #crlmaisproximo, #advogadofazadiferenca, #crlisboa #joaomassano

𝗗𝗲𝗹𝗲𝗴𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗮 𝗔𝗺𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮 𝗲 𝗦𝗶𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗱𝗲𝗯𝗮𝘁𝗲𝗿𝗮𝗺 𝗰𝗶𝗯𝗲𝗿𝗰𝗿𝗶𝗺𝗲 𝗲 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗹𝗶𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗮𝗿𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗶𝗮𝗹

A Advogada Valéria Cheque problematizou o futuro do Advogado perante o cibercrime e a inteligência artificial numa conferência presencial organizada pela Delegação de Sintra e a Delegação da Amadora.

Com a presença do Presidente do CRLisboa, João Massano e do Presidente do Conselho Superior, Paulo Sá e Cunha, a conferência decorreu no Palácio da Justiça de Sintra. Ana Domingos e Daniel Marques Rodrigues, Presidentes das Delegações da Amadora e de Sintra encerraram a conferência.

#inteligênciartificial, #cibercrime, #crlmaisproximo, #advogadofazadiferenca, #crlisboa #joaomassano

Reformas no Estágio: Democratização ou Elitização?

As recentes reformas no estágio de Advocacia em Portugal, estabelecidas para democratizar o acesso à profissão, têm gerado preocupações significativas.

A obrigatoriedade de remuneração dos Advogados-Estagiários, embora justa em princípio, acabou por criar novas barreiras no acesso à profissão.

Muitos Advogados em prática individual, que representam mais de 80% da Advocacia no país, não têm condições financeiras para pagar a remuneração imposta legalmente.

Esta realidade limita o acesso à profissão, contradizendo a intenção de democratização.

Urge reavaliar estas políticas para garantir um verdadeiro equilíbrio entre justiça e acessibilidade na Advocacia.

Ler artigo em: https://cnnportugal.iol.pt/advocacia/joao-massano/joao-massano-entre-a-intencao-de-democratizacao-e-a-realidade-de-elitizacao-reformas-no-estagio-para-advogado/20240611/666864cfd34ebf9bbb3e830d

#ReformasNoEstágio #AdvocaciaPortugal #Democratização #Elitização #AcessoÀProfissão #JustiçaSocial #RemuneraçãoEstagiários #AdvogadosEstagiários #PolíticasDeEstágio #EquilíbrioNaAdvocacia #DesafiosNaAdvocacia #AdvocaciaIndividual #BarreirasProfissionais #ReavaliarPolíticas #JustiçaEAcessibilidade #joãomassano #cnn

Reformas no Estágio: Democratização ou Elitização?

As recentes reformas no estágio de Advocacia em Portugal, estabelecidas para democratizar o acesso à profissão, têm gerado preocupações significativas.

A obrigatoriedade de remuneração dos Advogados-Estagiários, embora justa em princípio, acabou por criar novas barreiras no acesso à profissão.

Muitos Advogados em prática individual, que representam mais de 80% da Advocacia no país, não têm condições financeiras para pagar a remuneração imposta legalmente.

Esta realidade limita o acesso à profissão, contradizendo a intenção de democratização.

Urge reavaliar estas políticas para garantir um verdadeiro equilíbrio entre justiça e acessibilidade na Advocacia.

Ler artigo em: https://cnnportugal.iol.pt/advocacia/joao-massano/joao-massano-entre-a-intencao-de-democratizacao-e-a-realidade-de-elitizacao-reformas-no-estagio-para-advogado/20240611/666864cfd34ebf9bbb3e830d

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A Pressão da Felicidade

Vivemos numa era em que a sociedade, em geral, e as redes sociais, em especial, impõem uma pressão constante para aparentar felicidade e sucesso em todas as áreas das nossas vidas.

Todos procuram evitar a tristeza, pois esta é frequentemente vista como uma fraqueza ou mesmo uma doença.

No entanto, é importante lembrar que a tristeza é uma emoção natural e inevitável na vida humana.

A citação de Gabor Maté destaca a importância de lidar com emoções difíceis de forma saudável, em vez de tentar evitá-las ou mascará-las com uma fachada de felicidade.

As redes sociais, com as suas imagens perfeitas e momentos felizes incessantes, podem levar-nos a acreditar que ser feliz o tempo todo é o objetivo final, mas isso é irrealista e insustentável.

É fundamental reconhecer que todas as emoções, incluindo a tristeza, têm um papel importante no nosso bem-estar emocional.

A tristeza não é sinónimo de depressão ou doença; é uma resposta natural a certas situações da vida, como perdas, desilusões e desafios.

Aprender a lidar com a tristeza e outras emoções difíceis de maneira saudável é fundamental para uma verdadeira saúde mental.

Ao invés de tentar parecer sempre felizes, devemos cultivar a autenticidade e aceitar todas as nossas emoções.

Devemos encorajar um ambiente onde é permitido sentir e expressar tristeza, sem medo de julgamentos.

“Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão.” Carl Jung

A Pressão da Felicidade

Vivemos numa era em que a sociedade, em geral, e as redes sociais, em especial, impõem uma pressão constante para aparentar felicidade e sucesso em todas as áreas das nossas vidas.

Todos procuram evitar a tristeza, pois esta é frequentemente vista como uma fraqueza ou mesmo uma doença.

No entanto, é importante lembrar que a tristeza é uma emoção natural e inevitável na vida humana.

A citação de Gabor Maté destaca a importância de lidar com emoções difíceis de forma saudável, em vez de tentar evitá-las ou mascará-las com uma fachada de felicidade.

As redes sociais, com as suas imagens perfeitas e momentos felizes incessantes, podem levar-nos a acreditar que ser feliz o tempo todo é o objetivo final, mas isso é irrealista e insustentável.

É fundamental reconhecer que todas as emoções, incluindo a tristeza, têm um papel importante no nosso bem-estar emocional.

A tristeza não é sinónimo de depressão ou doença; é uma resposta natural a certas situações da vida, como perdas, desilusões e desafios.

Aprender a lidar com a tristeza e outras emoções difíceis de maneira saudável é fundamental para uma verdadeira saúde mental.

Ao invés de tentar parecer sempre felizes, devemos cultivar a autenticidade e aceitar todas as nossas emoções.

Devemos encorajar um ambiente onde é permitido sentir e expressar tristeza, sem medo de julgamentos.

“Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão.” Carl Jung

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